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quarta-feira, 11 de março de 2015

Testando com os filósofos




Filósofos Iluministas:

John Locke – 1632 - 1704
            John Locke era inglês, um dos principais representantes do empirismo britânico e um dos maiores teóricos do contato social. Afirmava que a mente era igual a uma “tabula rasa”. Para ele, todas as pessoas nascem sem conhecimento e todo o seu saber é adquirido através da experiência. Ou seja, ele era contra a doutrina das “ideias inatas”.
            Ele dizia que todo o homem, ao nascer, tinha direitos naturais; direito à vida, à liberdade e à propriedade. Para garantir esses direitos, os homens haviam criados governos.
            E, também, as ideias de Locke auxiliaram na derrubada do absolutismo inglês.

Voltaire – 1694 - 1778
         Foi um filósofo iluminista francês nascido em Paris, sendo um dos mais influentes da história e famoso por criticar violentamente a Igreja e a intolerância religiosa, tornando-se o símbolo da liberdade de pensamento.
         Voltaire, sob o pseudónimo de François-Marie Arouet, defendeu o monarca absoluto, contanto que fosse culto e patrono da ciência defesa da liberdade intelectual.
            Sua principal obra foi o conjunto de “cartas” sobre os costumes ingleses, dos quais comparava com ao atrasado da França absoluta. Apesar de tudo isso, era contra qualquer revolução, pois os monarcas seriam capazes de se orientar racionalmente para cumprir o seu papel.

Jean-Jacques Rousseau – 1712 – 1778
            Filósofo suíço que lançou bases para o Romantismo europeu. Era a favor do “Contrato Social”, forma de promover a justiça social. Falava que a propriedade privada gerava a desigualdade entre os homens, os quais teriam sido corrompidos pela sociedade.
            Formou, junto de Montesquieu e os liberais ingleses, o grupo de brilhantes pensadores pais da ciência política moderna. Foi um dos filósofos da doutrina que ele mesmo chamou “materialismo dos sensatos”, ou “teísmo” ou “religião civil”.
Montesquieu – 1689 - 1755
            Charles-Louis Secondat, Barão de La Bréde e de Monstesquieu, foi um famoso jurista e filósofo francês, que se destacou nas áreas da filosofia da história e do direito constitucional.
            Sua obra foi a inspiração da “Declaração de Direitos do Homem e do Cidadão”, além da Revolução Francesa e a Constituição dos Estados Unidos.
            Além disso, acreditava que uma Constituição deveria ser redigida como lei máxima dos governantes e da sociedade. E, por fim, devemos lembrar que foi um dos criadores da filosofia da história.

Denis Diderot – 1713 – 1784
            Filósofo francês responsável por elaborar, juntamente com D’Alembert, a famosa “Enciclopédia” ou “Dicionário racional das ciências, das artes e dos ofícios”, composta por 33 volumes, que contém os principais conhecimentos ganhados pela humanidade naquela época.
            Editada pela primeira vez na França, onde se difundiu para se tornar a principal propaganda iluminista. Por isso os iluministas são conhecidos como “Enciclopedistas”.
            Também houve a criação racionalista e materialista, que propunha a separação da Igreja do Estado.

Adam Smith – 1723 – 1790
            É considerado um dos principais teóricos do movimento iluminista, foi economista e filósofo escocês. Afirmava que só com o fim do monopólios e da política mercantilista o Estado prosperaria de fato.

            Acreditava que o empreendimento privado deveria agir livremente, com pouca ou nenhuma intervenção governamental, o que permitiu que seu pensamento influenciasse a burguesia, que queria acabar com os privilégios feudais e com o mercantilismo.

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